terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Na natureza selvagem

Meu pai está morando pertinho do Parque do Horto Florestal e como precisávamos nos ver combinamos de ir conhecer o local. A estação de metro mais próxima é a Parada Inglesa, linha azul. Do metro até o parque, de carro, são 10 minutos. Há estacionamento dentro do parque, mas não sei o preço. Do lado de fora tem um também - R$ 12,00.

Infelizmente nesse dia a Sofia estava com sono e , como acontece com as crianças nessa condição, acabou ficando muito manhosa e de péssimo humor. Assim, andamos muito pouquinho. Praticamente só demos a volta nos lagos.


O lugar é tranquilo, com muito verde e vários animais que fazem a alegria das crianças, mesmo a das sonolentas. Nos lagos vemos algumas aves desconhecidas, patos e gansos - que depois saem da água e andam de boa entre os visitantes, tartaruguinhas e.... capivaras! Muitas, inclusive bebês!! Elas ficam na água e comem uma plantinha que domina o lago, um tipo de vitoria-regia. Encontramos também, assim do nada, um lindo lagarto verde... Acredito que ele não seja natural de lá mas sim um animal abandonado. Alias, logo na entrada tem uma placa que orienta as pessoas a não abandonarem seus bichinhos no local.




Vi duas pontes que levam a ilhotas no lago. Nas ilhas você encontra bancos, sombra, patinhos ao redor e umas raízes muito estranhas.


Encontramos uma área de picnic bem bonita, sombreada por árvores e pertinho de um playground grande, com brinquedos de madeira - gangorras, escorrega, balanços - e também próximo de um local com equipamentos de ginastica.



Há bebedouros pelo parque e banheiros mas não vi um lugarzinho para comprar comida o que gerou um certo stress no meu caso, pois a minha filha não parava de falar que estava com fome e, como eu estava desprevenida, sem nenhum pacotinho de bolacha na bolsa, não tinha muito o que fazer....

Mas com certeza voltarei num outro dia mas dessa vez levarei minha cesta de picnic cheinha!!

Coletivo de quadros?? Pinacoteca!

Depois de esperar por cerca de dois meses para que a fila diminuísse, aproveitei que estou no meu segundo dia de férias e rumei para a Pinacoteca de São Paulo para ver a "tão falada" exposição do Ron Mueck. Primeiro de tudo: a fila não diminuiu... a Pinacoteca nem estava aberta ainda e o pessoal se organizava em linha dobrando o quarteirão rumo a Av. Tiradentes.

                                                            Vista da fila - centro antigo

Enfim, depois de 46 minutos e pagos R$ 6,00, pude entrar na primeira salinha da mostra. É legal e interessante mas não precisava desse frenesi todo. São 08 esculturas, algumas de tamanho pequeno e outras gigantes, perfeitamente realistas e... só! Só isso.


As crianças que estavam lá - observação importante : dessa vez, fui sem a minha filha mas pude perceber que o passeio funciona bem com crianças em geral - gostaram de ver a cabeçona sem corpo, o bebê junto da mãe e o "vovô" e a "vovó" em trajes de banho. A única parte que não dá muito certo é a salinha na qual ocorre a projeção de um documentário sobre o artista e seu processo criativo: o local é pequeno, o filme é em inglês e... uma boa saída, no caso de você fazer muiiiita questão de assistir, é ir monido de um tablet cheio de desenhos junto de um fone de ouvido.
O engraçado dessa visita é que gastei mais tempo na fila do que na exposição. Assim, como havia muito tempo sobrando, resolvi me aventurar no acervo permanente da Pinacoteca e, após subir 2 lances de escadas, descobri uma infinidade de obras - algumas muito coloridas e alegres, outras meio assustadoras, dependendo da idade da criaturinha - por exemplo, cito um quadro que mostra o Tiradentes todo despedaçado após ter sido morto. Ali, naquelas salas, a história flui, as obras retratam diferentes momentos do Brasil, desde a chegada dos portugueses, passando pelas figuras maléficas dos bandeirantes, chegamos numa família real rechonchuda e feia, encontramos a figura do caipira, as belas praias do RJ, de Fortaleza e também a modernidade brotando da Semana de 22.


Mas o melhor, que é super-hiper interessante é um espaço no qual a criança aprende algumas coisinhas: como é feita uma estátua de bronze? e uma litogravura? o que é levado em consideração na hora de organizar uma exposição? que tal organizar a sua! porque não podemos tocar nas obras? você já viu um dos tijolos desse prédio? ele é antigo e diferente, porque?

                              itens que as crianças podem usar para montar a exposição delas

                                      aprendendo as etapas para criar uma estátua de bronze

E vamos aos detalhes práticos: a Pinacoteca de São Paulo funciona de terça a domingo, das 10 às 18. De quinta tem um horário especial: a partir das 17 horas é de graça e você pode ficar até as 22 horas. Nos sábados a visita é gratuita durante o dia todo. Nos demais dia, o ingresso sai por R$6,00 - inteira e R$3,00 - meia e o mais legal : os pequenos, até 10 anos, entram na faixa sempre!
O lugar tem fácil acesso : metro - Estação Luz ou carro - zona azul na frente do parque ou estacionamentos na redondeza.
Vi um café no subsolo, lá servem salgados e almoço.
E depois de estudar um pouco de arte, que tal relaxar nos banquinhos do Parque da Luz? Passeio perfeito!

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Uma praia gostosinha e tranquila

Geralmente, quando vamos a praia, temos como destino a região de São Sebastião - já experimentamos Juquehy, Pauba e mais recentemente Toque-toque Pequeno, com exceção da primeira, as demais são isoladas e com pouca estrutura. Eis que no último final de semana, passamos 3 dias em Caraguatatuba, mais precisamente na Praia do Indaiá.
Estrutura é o que não falta - mercados, farmácias, restaurantes, pronto-socorro, sorveteria, parquinhos, campos de futebol, feirinha de artesanato, quiosques, etcetcetc. E, diferentemente do que possa ser pensado, a praia é muito limpinha, arrumadinha. As águas não são muito claras, tem bastante areia, daquela escura, mas são PERFEITAS para crianças!! Não tem onda e só depois de andar muito mar a dentro, a água chega a 1,50m, ou seja, dá para deixar as criaturinhas brincarem bastante livremente porque se elas se dirigirem para um local mais "perigoso", nós pais, conseguimos salvá-las antes de qualquer coisa.
Não vi cachorros andando pela areia e não vi fezes espalhadas o que é outro ponto positivo: podem brincar, rolar e até comer areia a vontade. ;)
Quando li as avaliações no TRIPADVISOR, percebi que as opiniões eram bem divergentes, haviam aqueles de opinião semelhante a minha mas também encontrei alguns dizendo que o local era sujo - com muita algas -, que a praia era imprópria para banho, que não havia quiosques. Saí de casa esperando o pior mas... fiquei bem satisfeita com o que encontrei.
Ao invés de hotel/pousada, dividimos uma casa com amigos. Ela fica bem próxima a praia, tem 02 quartos, piscina, churrasqueira... se for para ir em várias pessoas, compensa... agora se forem poucas, acho que pousada é melhor. Encontramos o "lar doce lar" no airbnb - um site de aluguel de quartos/casas/aptos ao redor do mundo que merecerá, futuramente, um tópico especial.

Com relação a comida, acredito que valha a pena citar o Officina das Pizzas, a massa é deliciosa, bem fininha! Só de falar, deu fome! Ótima opção para um jantar depois de um dia ensolarado de  praia.
Outro lugar legal é um quiosque que só toca rock o dia inteiro - Abutres rock in bar. Eles tem uns copões de suco - 700 ml - delicioso, espetinhos de camarão, bolinhos de bacalhau e porções de peixe. Não é tão caro mas também não sai barato... mas como ir a praia e ficar sem desfrutar de porções??

domingo, 18 de janeiro de 2015

Começando mais uma vez

Quando era mais nova fiz vários blogs relatando baboseiras cotidianas. Depois com a correria do dia a dia - crescer, trabalhar, estudar, namorar, ser mãe - não sobrou muito tempo para escrever ou inspiração para isso... Nos últimos tempos passei a perceber a dificuldade que encontro para elaborar passeios/viagens com a minha menina de 5 anos e eis que encontrei um novo mote para voltar a me aventurar no mundo da escrita.

O projeto é esse: compartilhar dicas, experiências e momentos que podem ser boas idéias para tod@s nós.

Sejamos tod@s bem vind@s!